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Museu do Côa

Museu do Côa

O Museu do Vale do Côa, o maior centro de interpretação de arte rupestre do mundo, fica localizado no nordeste de Portugal, onde os rios Douro e Côa se encontram.

Segundo os idealizadores do projeto, o verdadeiro museu é o vale. Aliás, o Vale do Côa está na Lista da Unesco como Patrimônio da Humanidade.

Afluente do Rio Douro, o Côa encanta com a sua beleza natural numa região de vastos olivais, vinhedos e montanhas, no nordeste de Portugal. Por ali, as vilas e aldeias fazem molduras para o Vale do Côa.

O museu está totalmente integrado no ambiente. Lá, podemos curtir a paisagem através de um miradouro que oferece uma vista maravilhosa para o rio.

Começamos o nosso passeio com uma visita guiada, que por sinal foi ótima! A história do período Paleolítico (A Idade da Pedra Lascada) é contada de uma maneira bem dinâmica, conseguindo atrair a nossa atenção. Não dá sono!

O museu é bonito e super moderno. Está aberto todos os dias, com exceção das segundas-feiras. O ingresso custa cinco euros e as crianças só pagam a partir dos dez anos.

Para que a arte apresentada seja melhor contemplada, o espaço dispõe de uma iluminação que destaca a exposição. O ambiente é também climatizado, enquanto lá fora estava frio, dentro do museu estava bem quentinho.

As gravuras expostas tem cerca de 30.000 anos!

As coleções guardadas no museu são réplicas constituídas através de peças naturais do período paleolítico que foram recuperadas desde a criação do Parque Arqueológico.

Naquela época, a arte era construída em pedra, tendo o xisto como base. Ainda assim, já eram capazes de dar a ideia de movimento aos desenhos, para isso, traçavam duas cabeças num só corpo para criar essa ilusão.

Fiquei pensando enquanto observava os trabalhos que naquele tempo não havia borracha! Olha o cuidado que eles tinham!

Quem fazia esses desenhos eram seres humanos muito parecidos com a gente, só a tecnologia e o modo de vida é que eram completamente diferentes.

Para nos levar até aquela época, em cada sala do museu são emitidos sons para tornar a experiência um pouco mais real.

A visita poderá ser cansativa para crianças. Graças a Deus, o Martin dormiu durante uma parte do passeio, acho que ele não aguentaria uma hora e meia de visita.

Eu vi uma família com duas filhas pequenas e achei bem legal porque as meninas estavam numa boa! Elas tinham um caderninho e uma caneta e iam desenhando os animais, achei ótima essa ideia.

Na última sala, para encerrar a visita, está a escultura "Árvore-Mandala para os gravadores do Vale do Côa", que faz parte da exposição permanente, de Alberto Carneiro, um artista plástico local.

E bem no final… o Martin acordou! Ainda a tempo de se divertir com os desenhos e com o incrível corredor de animais em néon.


Português de Portugal

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Casa do Rio ... Douro

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